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CRISE FINANCEIRA - Veja o que fazer e o que NÃO FAZER na busca de soluções!

Não continue tomando novos empréstimos e contraindo novas dívidas!

Não tome decisões emergenciais e impensadas, que resultarão na contratação de novas dívidas que não caberão no seu orçamento, aumentando ainda mais o endividamento futuro e suas consequências. Em troca de um pequeno alívio de algumas parcelas menores no desembolso mensal , o tamanho e o perfil da nova dívida acabam virando um verdadeiro "pesadelo" financeiro. Você paga a dívida anterior (menor) contraindo uma dívida muito maior que se tornará impagável em pouco tempo, agravando ainda mais seu orçamento.

Estabeleça um controle orçamentário de suas finanças

A maioria das pessoas, quando enfrentam crises financeiras, geralmente abandonam todo e qualquer controle de seus compromissos financeiros, passando a "atirar no escuro", em busca de soluções milagrosas. Em situação de crise, controle é fundamental!! Estabeleça um controle orçamentário rígido que lhe proporcionará uma visão de seus rendimentos e despesas no mês a mês. Nós podemos ajuda-lo!

Faça uma revisão do seu estilo de vida, de seus hábitos e não se apegue demasiadamente a bens materiais...
Reeducação financeira é uma das formulas do sucesso. Sair de uma crise financeira exige controle, planejamento, reeducação e perseverança. Milagres não existem e geralmente para sair de uma crise financeira, as pessoas levam o mesmo tempo que levaram para chegar na situação atual.

Não fuja das dívidas! A pior das soluções neste caso, é....nenhuma!
Enfrente corajosamente e com persistência a situação. Não se esconda das dívidas e de seus credores. Busque assessoria e aconselhamento especializado para solução via administrativa ou judicial. Soluções "caseiras" nem sempre são as melhores...

Estabeleça prioridades! Dê preferência ao seu sustento pessoal ou familiar e às dívidas com garantia real!
Situações de crise exigem o estabelecimento de prioridades! A primeira delas é o sustento pessoal ou familiar; deixar de pagar o condomínio,  plano de saúde ou aescola dos filhos, acarretará consequências financeiras e perda de qualidade de vida com sérias consequências no ambiente familiar. Não deixe de pagar o financiamento do imóvel ou do veiculo, os quais são garantias reais do valor emprestado, podendo ser objeto de ações de reintegração de posse ou busca e apreensão. Porém não se apegue demasiadamente a determinados bens materiais, como, por exemplo, o veículo financiado que consome em termos médios de renda aproximadamente 30% da renda disponível (prestação, seguro, manutenção, IPVA, combustível e gastos imprevistos como multas e acidentes). Troque por veículo de menor valor, livrando-se das prestações ou se tiver mais de um veículo, venda um deles.

Não entre em desespero!
Situações de crise exigem controle, principalmente emocional, disciplina e planejamento para encontrar soluções. Atitudes intempestivas e impensadas geralmente acabam agravando ainda mais a situação. Não fique se culpando pelas ocorrências do passado! Do passado extraia somente experiência para não repetir os mesmos erros no presente! Se seus credores não aceitarem suas explicações e propostas de pagamento da dívida que caibam dentro de seu orçamento, cometerem abusos em cobranças criando constrangimento, procure ajuda de uma assessoria administrativa e jurídica especializada, que certamente o ajudarão a encontrar as melhores soluções para o seu caso pessoal.

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